Agora eleitos, os máximos intervenientes do poder regional vão entrar em funções em breve, caso não se trate, claro, de uma reeleição. Como em qualquer outro cargo, a existência de um vencimento é lógica e o Sen7ir vai dar-lhe a conhecer as contas salariais dos autarcas no poder.
Os valores dos ordenados de um presidente da Câmara e de um vereador municipal variam consoante o número de eleitores e têm como base o salário do Presidente da República. Por outras palavras, quanto maior o número de votantes num município, maior será o vencimento do presidente e dos vereadores.
Os salários ficam assim indexados ao vencimento base de Marcelo Rebelo de Sousa, 8.370,14 euros sem despesas de representação. Os estatutos dos eleitos locais são divididos em quatro escalões, sendo que todos os municípios das Montanhas Mágicas se localizam no escalão das autarquias com mais de 10 mil e menos de 40 mil eleitores, em que os autarcas auferem 45% do salário do Chefe de Estado. Ou seja, os presidentes da Câmara Municipal de Arouca, Castro Daire, Cinfães, Sever do Vouga, Vale de Cambra, Castelo de Paiva e São Pedro do Sul têm um ordenado de 3.766,56 euros mensais brutos, a que se acresce o valor das despesas de representação (1.129,97 euros), o que perfaz um total de 4.896 euros mensalmente.
Quanto ao vencimento dos vereadores dos municípios em questão, o valor encontra-se em cerca de 3.013,60 euros brutos por mês, caso trabalhe a tempo inteiro. Em regimes de meio tempo ou não permanência, o ordenado passa a ser cerca de metade, a rondar os 1.500 euros.
