Os signatários fundamentam este pedido com a alegada falta de diálogo e com decisões que interferem diretamente na dinâmica do corpo de bombeiros, o qual consideram estar a ser "negligenciado". Na missiva, embora enalteçam o contributo passado dos atuais dirigentes, os bombeiros sublinham a urgência de dotar a instituição de pessoas com maior "dinamismo e visão de futuro". O grupo apela ainda à mobilização da sociedade civil para encontrar uma solução governativa para o futuro da associação.
As queixas estão divididas em três áreas críticas que afetam o socorro e a segurança dos operacionais:
